O mercado das chamadas bets, empresas de apostas eletrônicas, foi criado no Governo Temer e regulamentado no Governo Lula. Durante o Governo Bolsonaro, fez-se o caos; a exploração do jogo avançou sem controle do Estado. Eliminar esse mal da vida dos brasileiros é decisão positiva à coletividade.
O Bolsa Família é um programa consagrado pela academia, isto é, pelos especialistas que se dedicam à avaliação técnica do programa e do seu potencial para reduzir a pobreza e a desigualdade. Seu aprimoramento, no futuro, deve ser pensado à luz das avaliações que Daniel Duque, Laura Machado e outros...
O Banco Central demorou para começar a reduzir a Selic, chegou a elevar os juros até 15% e agora o Brasil tenta cortar "o máximo que é possível" em um cenário externo mais difícil, avaliou o colunista Felipe Salto no UOL News - 2ª edição, do Canal UOL.
O Tribunal de Contas da União (TCU) publicou, em 2025, uma análise pormenorizada dos principais gastos tributários. Trata-se de incentivos, isenções, regimes especiais e outras medidas destinadas a reduzir as receitas públicas. Daí o nome gasto tributário, uma alusão ao que se deixa de arrecadar
O economista e ex-presidente do Banco Central (2019-2024) Roberto Campos Neto publicou, no último domingo, na Folha de São Paulo, artigo sobre as contas públicas brasileiras ("Espelho fiscal e o ajuste inadiável"). A título de "ilustração aritmética", como ele chamou o gráfico apresentado, trouxe...
O ex-governador de São Paulo, João Doria, que comanda o Lide, influente think tank, organizou excelente seminário na manhã de hoje, 1º de setembro (assista aqui). Participaram, além de mim: Henrique Meirelles, Cassiana Fernandez, Caio Megale, Adolfo Sachsida e Daniella Marques.
São vários os temas que precisam ser estudados para entender o juro alto no Brasil. Exemplos: déficit público, baixo nível de poupança, evolução da produtividade, indexação de preços, incertezas, meta de inflação restritiva e composição da dívida pública. Na coluna de hoje, vou falar sobre a...
O Brasil vai inevitavelmente caminhar para uma flexibilização da jornada de trabalho, avaliou Felipe Salto, colunista do UOL, no UOL News - 2ª edição, do Canal UOL.
Sabe-se que o dólar assusta qualquer um, até mesmo o político mais esbanjador do Congresso Nacional. Esse termômetro exerceu sua função, no final de 2024, mas também em outros momentos da nossa história. Desta vez, com o dólar relativamente controlado em razão do quadro externo, o juro alto assume...
A agenda econômica para 2027 já começou a ser construída nos bastidores. De um lado, os membros da equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva falam em responsabilidade fiscal e mostram o que já foi feito desde 2023. De outro, os demais candidatos apontam caminhos e criticam os juros,...
Ganha força a ideia de um ajuste na taxa de crescimento real máxima permitida para o limite de gastos públicos prevista na Lei Complementar nº 200/2023 (Novo Arcabouço Fiscal). Apertar os parâmetros das regras vigentes é uma providência bem-vinda, mas precisará ser complementada por ações efetivas...
O Banco Central agiu com prudência ao reduzir a Selic, mas o país precisa ficar atento ao risco de uma recessão em 2027, avaliou o colunista Felipe Salto no UOL News - 2ª edição, do Canal UOL.
A análise das taxas de juros, não apenas da Selic, permite apurar com maior cautela os movimentos do mercado e sua percepção de risco. Muito embora os juros reflitam diversos fatores combinados, dos externos aos domésticos, a questão fiscal mostra-se relevante.
As eleições gerais têm o condão de acender o farol sobre os nossos desafios econômicos estruturais. Imprensa, especialistas, formadores de opinião e técnicos do governo e da oposição mobilizam-se para elaborar, debater e divulgar diagnósticos e propostas.
Mudar é sempre difícil; mais ainda em matéria de política econômica. Tratar a economia como se estivesse baseada em leis escritas em pedra ajuda a explicar certo bloqueio à reflexão. Nos últimos dias, veio dos Estados Unidos uma boa ideia para pensar a atuação dos bancos centrais além da cartilha...
As emendas parlamentares ao Orçamento estão previstas na Constituição Federal. São permitidas em duas situações: a) quando se identifica erro ou omissão na proposta orçamentária enviada pelo Executivo ao Congresso; e b) quando se busca uma despesa nova, mas desde que se cancele outra despesa e se...
A economia brasileira precisa de um ajuste fiscal mais profundo para sair da armadilha dos juros altos e da dívida pública pesada e crescente. Estimo que o déficit primário será de 0,4% do PIB neste ano (ou R$ 55,2 bilhões). Não é assustador, mas está distante do superávit de 2% do PIB necessário...
Juros altos e política fiscal deficitária prejudicam o país. O fato de os juros elevados se sustentarem em um emaranhado de raízes complexas reforça a importância de se repensar as bases orçamentárias e da política fiscal no Brasil. Um novo arranjo seria bem-vindo a partir de 2027: superávit...