Cinco pessoas morreram em um ataque israelense contra um ônibus na Faixa de Gaza, informaram os serviços de emergência do território palestino nesta quarta-feira (30).
CAIRO, 29 Set (Reuters) - Um ataque aéreo israelense matou Izz al-Din Al-Beik, o chefe da ala armada do Hamas no norte da Faixa de Gaza, nesta terça-feira, segundo autoridades israelenses e palestinas.
Imagens atualizadas do Google Earth mostram extensas áreas de Gaza reduzidas a escombros após a ofensiva militar israelense. A atualização foi noticiada pelo jornal britânico The Independent.
Israel ampliou o controle sobre o território palestino, com novos postos militares e avanços além da linha de retirada prevista no cessar-fogo em vigor desde outubro de 2025, segundo análise de imagens de satélite feita pelo The New York Times.
Gaza tem cerca de 61 milhões de toneladas de entulho, cuja remoção pode levar de sete a dez anos e esconder até 10 mil corpos, segundo estimativa do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento).
Na Cidade de Gaza, Heba Arafat caminha pelo piso inclinado de seu apartamento, já que os ataques israelenses destruíram as fundações do prédio e o deixaram perigosamente inclinado.
O governo britânico anunciou hoje um pacote de 88 milhões de libras (cerca de R$ 603 milhões, conforme cotação atual) para ajuda humanitária e recuperação inicial em Gaza e na Cisjordânia.
O território palestino da Faixa de Gaza atravessa atualmente "a crise econômica mais grave" do mundo, alertou hoje a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).
O Conselho de Paz do presidente Donald Trump divulgou hoje um plano de US$ 2,45 bilhões para dar início à reconstrução de Gaza, mas autoridades reconheceram que o futuro do plano é incerto, já que Israel e o Hamas continuam em desacordo quanto aos termos de um cessar-fogo apoiado pelos EUA.
A violência de gênero em Gaza aumentou 27% entre abril e junho de 2026, com relatos de abuso sexual, exploração e casamentos forçados de meninas, afirma a ONU.
CAIRO, 23 Set (Reuters) - Ataques aéreos israelenses mataram pelo menos quatro palestinos na Faixa de Gaza nesta quarta-feira, segundo autoridades locais de saúde, e Israel afirmou que um dos ataques tinha como alvo um chefe financeiro do Hamas.
Israel respondeu com veemência hoje ao presidente da França, Emmanuel Macron, que criticou as ações israelenses na Cisjordânia ao afirmar que o Hamas não atua naquele território, sede da Autoridade Palestina.
O presidente da França, Emmanuel Macron, rejeitou hoje as alegações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que garantiu a paz em Gaza, afirmando que nenhum corredor humanitário havia sido reaberto no enclave, apesar da paz proclamada.
Um jovem de 19 anos foi denunciado hoje em Israel por 45 reposts no TikTok que, segundo a acusação, exaltavam o Hamas e autores do ataque de 7 de outubro. O caso foi divulgado pelos jornais locais The Times of Israel e The Jerusalem Post.
O presidente egípcio Abdel Fatah al Sisi rejeitou nesta quarta-feira (16) qualquer plano destinado a deslocar os palestinos, poucas horas após o ministro de Defesa de Israel afirmar que o Exército poderia "terminar o trabalho" na Faixa de Gaza.
Ataques aéreos israelenses contra um veículo mataram pelo menos dois palestinos, um deles uma criança, e feriram outras sete pessoas no bairro de Sheikh Radwan, no norte da Faixa de Gaza, segundo equipes médicas.
A ONU pediu que Israel permita a entrada de investigadores internacionais na Faixa de Gaza para coletar provas de possíveis violações dos direitos humanos após quase três anos de guerra, diante da descoberta de centenas de corpos sob os escombros e do temor de que milhares de vítimas ainda...