Muitas pessoas convivem com dificuldades para dormir ao longo da vida. Às vezes, a percepção de uma noite mal dormida é apenas uma sensação; em outras, ela é reforçada por dados fornecidos por dispositivos de monitoramento.
Dormir com a porta do quarto aberta ou fechada pode influenciar segurança, ventilação e até o conforto emocional, e a melhor escolha depende do seu contexto.
Um novo medicamento para o tratamento da insônia, aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), deve chegar às farmácias brasileiras nos próximos meses. Trata-se do lemborexante, que será vendido comercialmente no Brasil como Dayvigo pela farmacêutica japonesa Eisai.
Quem desperta muitas vezes enquanto dorme sabe bem o caos que isso causa no dia seguinte. Noites mal dormidas afetam o humor, prejudicam a memória, atrapalham a concentração e aumentam o risco de hipertensão, diabetes, obesidade, infarto e AVC. Em outras palavras: dormir bem é essencial para viver...
O governo da França lançou no final de julho um programa para orientar a população do país a dormir melhor. O motivo: a média de horas de sono vem caindo nas últimas décadas e isso tem um forte impacto na saúde e na produtividade dos cidadãos.
Dormir pouco ou mal já é amplamente reconhecido como fator de risco para diversas doenças. Mas um novo estudo, publicado recentemente na revista Health Data Science, revela que não é só a duração do sono que importa.