Copa 2018

Ronaldo vê Alemanha à frente do Brasil e "ações de indisciplina" de Neymar

Ricardo Nogueira/Folhapress
Ronaldo e Neymar autaram juntos na despedida do Fenômeno da seleção Imagem: Ricardo Nogueira/Folhapress

Do UOL, em São Paulo

05/01/2018 04h00

Campeão do mundo pela seleção brasileira em 1994 e 2002, Ronaldo vê a equipe forte novamente para este ano. O Fenômeno se baseou em sua experiência como comentarista dos jogos do Brasil pela TV Globo para colocar a equipe de Tite como uma das melhores do planeta para o Mundial, que acontecerá na Rússia.

"O Brasil é forte novamente. Desde que Tite virou o treinador da seleção, existe um certo padrão de jogo da equipe. Como comentarista de TV, vi quase todos os jogos da seleção e vejo um desenvolvimento. Uma equipe compacta, uma seleção com vontade, motivação. A seleção recuperou o respeito e está jogando um excelente futebol de novo", disse em entrevista ao jornal alemão "Bild", publicada nessa quinta-feira.

Apesar disso, o ex-jogador ainda não vê a seleção canarinho como a equipe a ser batida na Copa do Mundo. "A Alemanha é a número 1 do ranking da Fifa e, portanto, é a favorita. Atrás dela vem Espanha e Brasil."

Além da seleção, Ronaldo falou também de Neymar. Mesmo apontando o astro do Paris Saint-Germain como o melhor jogador da equipe canarinho, o Fenômeno ainda vê seu temperamento como algo prejudicial.

"Neymar é um excelente jogador, nossa maior estrela. Eu não acredito que ele sofra com a pressão da expectativa. Os jogadores em geral estão preparados para isso. Ocorreram algumas ações de indisciplina, cartões amarelos desnecessários no jogo. Mas ele ainda é jovem, não tem a experiência absoluta. Ele certamente tem que trabalhar isso. Ele se prejudica demais com isso", explicou.

O Fenômeno ainda comparou a ida de Neymar ao PSG ao seu caso, quando deixou o Barcelona rumo à Inter de Milão, em 1997. "Não conheço os detalhes, não sei o que está por trás da mudança. Talvez tenha havido algum problema com a presidência do Barcelona. A saída do Neymar tem muitos paralelos comigo em 1997. Bom, eu fui para a Inter de Milão quando o Campeonato Italiano era muito mais forte do que o Campeonato Francês hoje. Mas eu sou favorável a esse tipo de desafio. Isso motiva um jogador."

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