Copa 2018

Jornais peruanos veem "golpe duro" e criticam Fifa por suspender Guerrero

Marcos Brindicci/Reuters
Guerrero durante jogo contra a Argentina em outubro; ausência na repescagem Imagem: Marcos Brindicci/Reuters

Do UOL, em São Paulo

08/12/2017 11h44

A confirmação de suspensão de um ano a Paolo Guerrero pela Fifa, nesta sexta-feira, causou lamentação e indignação no Peru. Com o astro fora da Copa do Mundo caso não consiga reverter a sentença, os jornais peruanos adotaram uma postura crítica à decisão, principalmente o jornal esportivo "Líbero.

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De acordo com o texto publicado no site do diário, Guerrero foi punido pela Fifa apesar de ter “demonstrado a sua inocência” no caso de doping.

“Notícia lamentável. Paolo Guerrero, apesar de mostrar evidências de que ele não usou cocaína, devido ao resultado adverso que foi encontrado em outubro deste ano, a FIFA o suspendeu por um ano inteiro, e é por isso que o jogador ficará sem a Copa do Mundo 2018 da Rússia e de todas as atividades esportivas", diz o texto.

“Desta maneira, a Fifa deseja assentar um precedente com a proximidade da Copa do Mundo da Rússia de 2018. Para a entidade do futebol, com a concordância da agência antidoping, todo esportista é responsável pelo que consome, e Guerrero não escapou da mão dura da instituição, que busca limpar a sua imagem pelas denúncias de corrupção dos últimos anos”, completa o texto.

O jornal “La Republica”, por sua vez, diz que a decisão da Fifa é um “golpe duro” para a seleção peruana, que voltará a disputar uma Copa do Mundo depois 36 anos de ausência. “Triste notícia para a equipe de Ricardo Gareca”.

Mais sóbrio, o jornal El Comercio destaca que o período de suspensão começa no dia 3 de novembro e envolve todos os tipos de partidas, nacional e internacional.

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No site do "Bild", da Alemanha, território onde Guerrero viveu anos por ter defendido as cores do Bayern de Munique e Hamburgo, entre 2002 a 2010, o assunto é o destaque do dia no espaço nobre do canal. Eles lembram que Paolo brilhou, principalmente, com a camisa do Hamburgo, clube no qual foi ídolo e anotou 51 gols em cinco temporadas e meia, e que foi o condutor da seleção sul-americana rumo ao passaporte à Rússia.

Com informações da agência Lancepress!

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