Copa 2018

Quase 30 anos depois, camisa 10 agora comanda adversário do Brasil na Copa

Bruno Grossi e Pedro Lopes

Do UOL, em São Paulo (SP) e Moscou (RUS)

03/12/2017 04h00

Enfrentar o Brasil em Copas do Mundo não é nenhuma novidade para a Costa Rica. O sorteio realizado em Moscou na última sexta-feira colocou as duas nações frente a frente pela terceira vez na história, em confronto previsto para a segunda rodada do Grupo E do Mundial de 2018. O reencontro acontecerá na cidade de São Petesburgo e será especial para o técnico Óscar Ramírez.

Aos 52 anos, a Copa na Rússia será a segunda da carreira de Ramírez e a segunda com os brasileiros no caminho. Em 1990, o agora treinador era o camisa 10 da seleção costa-riquenha, que formou grupo com Brasil, Suécia e Escócia no Mundial disputado na Itália. Os canarinhos venceram por 1 a 0 o time da América Central, graças a gol de Müller, mas caíram nas oitavas de final para a Argentina. 

Em 2018, os países latinos novamente terão a companhia de europeus: Suíça e Sérvia. "É um grupo muito interessante e que me faz recordar da Copa de 1990, na Itália. Também pegamos dois europeus e o Brasil, que sempre é um candidato a ser campeão. Já temos estudos sobre nossos rivais, mas agora vamos analisá-los mais", disse Ramírez logo após o sorteio em Moscou: "Caímos em um grupo forte, em que todas as seleções tentam fazer um jogo combinativo. Gosto disso e creio que temos condições de aplicar". 

Já sem a presença de Ramírez, que ainda iniciava a carreira como técnico, Costa Rica e Brasil voltaram a duelar em uma Copa no ano de 2002, também na primeira fase. Os brasileiros, com time misto por já estarem classificados para as oitavas de final, levaram sustos com os gols de Wanchope e Gómez, mas venceram por 5 a 2. Ronaldo (duas vezes), Edmílson, Rivaldo e Júnior marcaram para o time de Luiz Felipe Scolari, que ficaria com o pentacampeonato.

Segundo Ramírez, a Costa Rica usará a cidade de Kazan como sede. Além do jogo contra o Brasil, em São Petesburgo, o treinador levará seu time a Samara, para pegar a Sérvia, e a Níjni Novgorod, para enfrentar a Suíça: "Quanto às distâncias das viagens, creio que estamos bem. A localização de Kazam nos favorece".

 

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