Copa 2018

Tite lembra da Copa de 2014 para exaltar rivais da fase de grupos na Rússia

Pilar Olivares/Reuters
Tite já está na Rússia para o sorteio dos grupos da Copa Imagem: Pilar Olivares/Reuters

Rodrigo Mattos

Do UOL, em Moscou

01/12/2017 16h04

Ao comentar o nível do seu grupo na Rússia, técnico da seleção brasileira, Tite, usou como ponto referência as campanhas seus rivais na última Copa-2014: Suíça e Costa Rica foram até as quartas de final e foram eliminadas por pouco. Lembrou ainda que houve uma alteração de forças entre as seleções nas últimas competições como mostram algumas eliminações de times tradicionais.

No Brasil, a Suíça caiu diante da Argentina pelo placar de 1 x 0 e quase empatou no final. Já a Costa Rica foi eliminada pela Holanda apenas nos pênaltis, nas quartas de final.

"Alguns jogadores da Suíça que destaco, Lichtsteiner (da Juventus), Shaqiri (Stoke), Xhaka (Arsenal) são de qualidade. Foram muito bem nas eliminatórias. Quando você vê a qualidade desses jogadores, a experiência que eles têm em Copa. São atletas que têm essa experiência do Mundial", analisou. Lembrou, em seguida, que a derrota para a Argentina foi apertada.

Em relação à Costa Rica, destacou a linha defensiva utilizada pela equipe no último Mundial. "A referência que tenho é da linha de cinco da Copa. Mas é importante o Brasil se consolidar, crescer como time é mais importante", completou, lembrando que a Costa Rica também fez boas eliminatórias.

Tite ressaltou que não saberia medir o grau de dificuldade do time. E pediu mais tempo para fazer uma análise detalhada das equipes que o Brasil vai enfrentar. Pouco falou, por exemplo, sobre a Sérvia. Mas lembrou que não é possível analisar sob o parâmetro anterior de tradição das equipes.

"Vou ampliar: três Copas atrás se pensássemos: Itália está fora, EUA que estava se desenvolvendo, está fora. Qual era o melhor futebol da América do Sul nos últimos anos: o Chile e está fora. Então, o nível do futebol mundial tem dificuldade maior."

Ao comentar sobre os outros times, Tite ressaltou que o mais importante é consolidar o jogo do Brasil antes de analisar os adversários. Por isso, evitou até projeções sobre possíveis cruzamentos das oitavas de final, em que poderá pegar México, Suécia ou Alemanha em caso de tropeço da última. "Claro que a gente viaja. É humano ver a situação. Tem dois Tites. Mas foco no que pode buscar a excelência de cada jogador."

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