Copa 2018

Quais são os melhores e os piores cenários para o Brasil no sorteio da Copa

Jon Nazca/Reuters
Espanha, de Thiago Alcântara, é a seleção a ser evitada no pote 2 Imagem: Jon Nazca/Reuters

Leandro Miranda

Do UOL, em São Paulo

29/11/2017 07h50

O Brasil vai conhecer o seu grupo na Copa do Mundo de 2018 nesta sexta-feira (1), quando as chaves serão sorteadas a partir das 13h (de Brasília) em cerimônia realizada em Moscou, capital da Rússia. Cabeça de chave, a seleção de Tite está no pote 1, mas isso não garante "vida fácil" na primeira fase do Mundial.

Apesar de a Fifa ter distribuído os quatro potes do sorteio de acordo com o ranking – com os melhores times no pote 1, os oito seguintes no 2, e assim por diante –, há equipes complicadas em todos os potes. O Brasil depende da sorte: pode cair com Espanha, Suécia e Nigéria, por exemplo, mas também com Croácia, Irã e Panamá.

Confira quais podem ser as equipes mais fortes e mais fracas dos potes 2, 3 e 4, que fornecerão os três oponentes da seleção brasileira na primeira fase.

Pote 2

Clive Rose/Getty Images
Inglaterra complicou o Brasil em amistoso Imagem: Clive Rose/Getty Images

Mais fortes: Espanha e Inglaterra
Há pouca dúvida de que a Espanha é o time a ser evitado no pote 2. Vindo de uma excelente campanha nas Eliminatórias, a equipe dirigida por Julen Lopetegui se renovou após o fiasco na Copa de 2014, tem jogado bem e vem sendo apontada como uma das favoritas ao lado de Brasil, Alemanha e França. Já a Inglaterra tem um time jovem e aplicado, que complicou o Brasil em amistoso recente – o jogo terminou 0 a 0, mas os dois times tiveram chances de sair com a vitória.

Mais fracos: México e Croácia
O México foi um dos primeiros times a carimbar a vaga na Copa, mas, perto dos outros times que o Brasil pode pegar no grupo 2, é teoricamente um dos mais acessíveis. Comandada por Juan Carlos Osorio, não é uma equipe que se fechará na defesa nem mesmo contra a favorita seleção brasileira. Já a Croácia, apesar de não ser um time fraco, parece ser o pior dos europeus do pote 2, abaixo da Suíça, que fez ótima campanha e só foi para a repescagem porque caiu no grupo de Portugal. Lembrando que Peru, Colômbia e Uruguai não podem cair na chave do Brasil por serem sul-americanos.


Pote 3

Getty Images
Eriksen é o destaque da Dinamarca Imagem: Getty Images

Mais fortes: Dinamarca e Suécia
Duas equipes europeias que se classificaram na repescagem das Eliminatórias, mas mostrando atuações convincentes. A Dinamarca goleou a Irlanda para se garantir na Copa, enquanto os suecos seguraram a Itália com uma excelente atuação coletiva na defesa. Além disso, dois meias talentosos comandam as ações ofensivas em cada um dos times: Eriksen, do Tottenham, para os dinamarqueses, e Forsberg, do RB Leipzig, pela Suécia.

Mais fracos: Tunísia e Irã
Com a maioria de seus jogadores atuando na liga local, o Irã é um dos times mais fracos da Copa, mas está no pote 3 graças a uma subida marcante no ranking da Fifa (34º lugar em outubro, quando os potes foram definidos). Com boa organização defensiva, mas baixíssimo poder de fogo, deve ter muita dificuldade para passar de fase. Já a Tunísia, que pegou um grupo fraco nas Eliminatórias, parece um degrau abaixo dos outros africanos da chave, Egito e Senegal, e também da Costa Rica, representante da Concacaf no pote.

Pote 4

Mladen Antonov/AFP
Nigéria venceu a Argentina recentemente Imagem: Mladen Antonov/AFP

Mais fortes: Sérvia e Nigéria
Para um pote que teoricamente reúne os oito times mais fracos da Copa, Sérvia e Nigéria claramente destoam. A equipe europeia tem apostado em uma geração jovem, que foi campeã mundial sub-20 em 2015, mesclada a uma base de jogadores experientes e que defendem times grandes da Europa. Os nigerianos também possuem nomes rodados no futebol europeu e recentemente venceram a Argentina por 4 a 2 em amistoso.

Mais fracos: Panamá e Arábia Saudita
O Panamá foi a grande surpresa da Concacaf ao deixar de fora os Estados Unidos, que perderam de forma vexatória para Trinidad e Tobago na última rodada das Eliminatórias. Vai jogar uma Copa pela primeira vez e tem uma seleção inexpressiva, ainda apoiada em veteranos como o zagueiro Baloy, ex-Grêmio e Atlético-PR, e o atacante Blas Pérez, ambos de 36 anos. Já a Arábia Saudita é toda formada por atletas que atuam no inexpressivo futebol local e trocou de técnico duas vezes nos últimos meses – Bert van Marwijk deu lugar a Edgardo Bauza, que foi demitido após três jogos para a chegada de Juan Antonio Pizzi.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
UOL Esporte - Futebol
Blogs - Mauro Beting
Copa do Mundo 2018
Blog de Esportes
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
UOL Esporte
Copa do Mundo 2018
UOL Esporte
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Blogs - Mauro Beting
Copa do Mundo 2018
Blog Patadas y gambetas
UOL Esporte
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Blog Patadas y gambetas
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
UOL Esporte
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Blog do Rafael Reis
UOL Esporte vê TV
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Copa do Mundo 2018
Blog do Marcel Rizzo
Copa do Mundo 2018
Topo