Copa 2018

Projeto de lei peruano que deu esperança à seleção italiana é retirado

Marty Melville/AFP
O técnico Ricardo Gareca ajudou a levar o Peru para a Copa Imagem: Marty Melville/AFP

Do UOL, em São Paulo

26/11/2017 08h13

O projeto de lei do Peru que causou alvoroço na última semana por levantar a hipótese de exclusão da seleção peruana da Copa do Mundo foi retirado. A congressista Paula Noceda, presidente da Comissão de Educação, Juventude e Esporte de Lima, foi responsável por acabar com a polêmica.

“Com esforço e coração foi alcançado a objetivo de chegar à Copa do mundo. Todos os peruanos gritam com um único pulmão! Para a paz de todos, o projeto multi-partidário será removido”, escreveu Paloma em sua conta oficial no Twitter.

Tal projeto causou alvoroço no Peru e chegou até a Itália nos últimos dias. Tudo porque se a lei fosse aprovada no país da América do Sul, a Federação Peruana de Futebol estaria automaticamente descumprindo uma das leis da Fifa sobre a autonomia das federações afiliadas à entidade do futebol e poderia perder sua vaga para a Copa do Mundo de 2018, conquistada na repescagem contra a Nova Zelândia.

A notícia ganhou repercussão internacional ao ser publicada pelo jornal peruano Líbero, que trouxe uma capa apocalíptica em sua edição de dias atrás. “Rússia em perigo”, publicou. O projeto de lei em questão é da congressista do partido Força política, Paloma Noceda, presidente da Comissão de Educação, Juventude e Esporte de Lima e ligada ao ex-presidente Alberto Fujimori.

O projeto fiscalizaria de perto as ações da Federação Peruana, que passaria a fazer parte do Instituto Peruano de Esporte (IPD). O jornal Líbero interpretou que tal lei tiraria a autonomia da entidade, violando o código da Fifa e consequentemente tendo como punição a exclusão do Mundial da Rússia.  Logo que a notícia tomou grandes proporções, a congressista veio a público negar e se explicar.

“Em nenhum momento o projeto de lei propõe que a federação peruana passe a fazer parte da IPD (Instituto Peruano de Esporte). Eu não sei em qual momento foi interpretado isso. A IPD pode fiscalizar as federações esportivas nacionais porque estão representando o Peru. Poderia haver uma preocupação por parte da FPF ou da Fifa sobre uma interferência do Estado, mas nós, na comissão e acredito que todos os congressistas, queremos o bem do esporte”, ressaltou Paloma Noceda à rádio Exitosa do país.

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