Copa 2018

Jornal inglês exalta 'pragmático' Tite, mas diz: "Longe do futebol arte"

Pascal Rossignol/Reuters
Tite foi exaltado pelo jornal The Guardian Imagem: Pascal Rossignol/Reuters

Do UOL, em São Paulo

14/11/2017 08h24

No dia do amistoso entre Inglaterra e Brasil, o The Guardian – um dos principais jornais da Inglaterra – exaltou a atuação do técnico Tite. A reportagem destaca o resgate do bom futebol e a atuação pragmática, mas faz uma ressalva e diz que a seleção brasileira ainda está longe da arte.

“Tite assumiu o comando em junho do ano passado, depois que o Brasil saiu de Copa América e estava no sexto lugar nas Eliminatórias Sul-americanas. Ele construiu uma reviravolta notável: em março (de 2017), o Brasil se tornou o primeiro time a se qualificar para a Copa. A velha arrogância da seleção brasileira estava de volta, mas agora com um bom pedaço de pragmatismo”, escreveu o jornal The Guardian.

O jornal ainda cita o processo de “reinvenção do Brasil” depois do humilhante 7 a 1 para a Alemanha em 2014. Segundo o The Guardian, Tite trouxe de volta o espírito que tinha evaporado com Dunga e agora está lutando para trazer a magia de volta. Mesmo assim, a publicação fala para os torcedores não se precipitarem.

“Excelentes palavras, mas não se enganem. Tite é feito do mesmo tecido que seus antecessores Dunga e Luiz Felipe Scolari. O Brasil de hoje está muito longe do futebol arte dos anos 80”, diz o jornal.

Em seguida, o The Guardian exalta o lado pessoal de Tite e diz que o treinador é um bom homem e leal aos seus jogadores. Além disso, a publicação exalta a carreira de Tite como jogador e o início da evolução como técnico, quando ficou conhecido por resgatar equipes e evitar quedas, até perder esse status e ganhar o de vencedor.

“O ponto de reviravolta foi quando Tite comandou o Corinthians pela segunda vez. Eles ganharam a Libertadores derrotando o Boca Juniors e, no mesmo ano, encontrou com o Chelsea no Mundial da Fifa”, escreveram.

Por fim, o jornal fala que Tite alcançou bons resultados assim que chegou à seleção sem fazer grandes mudanças: “Os resultados vieram. Tite usou sua experiência em seu elenco e explorou o ritmo e a linha de frente”, diz o The Guardian.

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