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Destaque defensivo da Laranja Mecânica, o goleiro Stekelenburg só levou gols de pênalti no Mundial
O triunfo por 2 a 1 sobre a Eslováquia mostrou o quanto a Holanda é dependente de seus principais jogadores, Robben e Sneijder. Mas apesar do bom momento de suas estrelas, a Laranja Mecânica chega às quartas de final da Copa do Mundo embalada por outra qualidade pouco comentada da equipe: a força da defesa.
Assim como o Brasil, a Holanda levou apenas dois gols na competição. Mas ambos foram marcados em cobranças de pênalti. Além disso, a seleção europeia encara a equipe de Dunga apoiada por uma série de 23 partidas de invencibilidade. Segundo o próprio treinador do time, o sistema defensivo da Laranja é o principal responsável por essa sequência.
“A defesa está fazendo um grande trabalho. Foi colocada à prova contra rivais potentes e sempre correspondeu. No passado, todos diziam que a Holanda jogava um futebol bonito, mas nunca ganhava nada por causa da defesa. Isso mudou. Hoje usamos nosso domínio da posse de bola justamente para não ceder espaços aos outros times”, destacou Van Marwijk.
O discurso adotado pelo comandante tem sentido. Segundo dados do Datafolha, a Holanda é a equipe que menos desperdiça bolas em toda a competição (menos de 28 por jogo). Além disso, é o time que mais troca passes na defesa, com média superior a 20 recuos por partida.





Apesar do bom controle da bola, a defesa holandesa foi testada pela primeira vez na última segunda-feira. A Eslováquia criou boas chances no segundo tempo do duelo, mas parou diante do goleiro Stekelenburg. Foi somente no último minuto do jogo que Vittek descontou para o time do leste europeu em cobrança de pênalti.
“Foi a primeira vez que a Holanda precisou de mim no Mundial. Em algum momento isso iria acontecer. Retrocedemos demais quando estávamos ganhando, mas mostramos que estamos bem servidos atrás. Eles criaram chances, mas nossa defesa foi muito bem”, opinou Stekelenburg.
Enquanto isso, a seleção brasileira vai para a partida de sexta-feira com toda a preocupação voltada para as estrelas ofensivas da Holanda. Após a vitória sobre o Chile de segunda, todos os atletas exaltaram apenas o poder ofensivo da Laranja Mecânica, com exceção do capitão Lúcio, que também elogiou a defesa do próximo rival verde-amarelo.
“Eles têm vários jogadores de qualidade, como o Robben, o Sneijder e o Van Persie. Mas sei que eles também sabem defender, então nosso ataque terá um teste difícil pela frente. Será uma guerra. Se você quer ganhar uma Copa, uma hora terá partidas difíceis”, ressaltou o zagueiro.
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